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segunda-feira, 18 de junho de 2012

APOSTILA DE DISCIPULADOS




“Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos sonhos, e da família de Deus” (Efésios 2.19)

APOSTILA DE DISCIPULADOS

DOUTRINAS DA SALVAÇÃO

DOUTRINA DA REGENERAÇÃO Texto bíblico: Jo 3.5,7

A regeneração, juntamente com a adoção, caracteriza a filiação cristã. Regeneração é um ato de Deus que por Seu Espírito Santo Ele ressuscita um pecador da morte espiritual, fazendo-o uma nova criação (Jo 1.12-13; 5.25; 2 Co 5.17; Ef 1.19-20; Rm 8.14-17; 2 Pe 1.4; 1 Jo 3.9-10). A regeneração é a resposta divina para a morte espiritual e a depravação moral; a justificação é a resposta divina ao problema da culpa.

A NECESSIDADE DE REGENERAÇÃO
A regeneração é necessária, pois o homem se encontra morto em seus delitos e pecados (Ef 2.1,5; Cl 2.13; 1 Jo 3.14). Pois para ter comunhão com Deus é preciso ter santidade e o homem tem uma natureza pecaminosa. Somente Deus pode dar-lhe uma nova vida em santidade (Ef 1.4; Cl 1.22; Hb 12.14). Para se alcançar o reino de Deus. Assim como o nascimento natural nos introduz no mundo natural e temporal, assim o nascimento espiritual nos introduz no reino espiritual e eterno. Como não é possível experimentar o mundo físico sem ter nascido nele fisicamente, assim também não podemos experimentar o mundo espiritual sem ter nascido nele espiritualmente (Jo 3.3,5, 7);
Bíblia mostra a necessidade de o homem aceitar a salvação – se converter – em resposta à mensagem do evangelho (MT 18.3; Mc 4.12; Lc 22.32; At 9.35; 11.21). Deus não impõe esta verdade ao homem, num adestramento involuntário, mas o homem precisa abrir seu coração para Deus, que efetua a conversão no homem (Ef 1.13). O homem crê na Palavra antes da regeneração, mas isto não produz o novo nascimento, numa relação de causa e efeito. O único agente na regeneração é o Espírito Santo.

RESULTADOS DA REGENERAÇÃO:
O homem torna-se filho de Deus e herdeiro dos céus (Rm 8.16,17). Torna-se uma nova criatura e participante da natureza divina (2 Co 5.17; 2 Pe 1.4).É uma restauração da imagem de Deus no homem (Cl 3.10). É uma restauração do propósito original do homem em devoção a Deus.

EVIDÊNCIAS DA REGENERAÇÃO:
a) Dar frutos (Mt 7.17; Tg 3.8-12);
b) Vitória sobre o pecado e o mundo: (1 Jo 3.9; 5.4, 18);
c) Santidade: (1 Jo 2.29);
d) Amor: (1 Jo 3.14);
e) Temor a Deus: (1 Jo 5.18). 

A DOUTRINA DA JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ  
"Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cris to" (Rm 5.1). 
Leitura: Rm 5.1-17  -Definição
É um ato judicial de Deus, no qual Ele declara, com base na justiça de Jesus Cristo, que todas as reivindicações da lei estão satisfeitas a favor do pecador (At 13.39; Rm 5.1,9; 8.30-33; 1 Co 6.11; Gl 2.16; Gl 3.11). Na justificação estão incluídos o perdão, a adoção, a substituição vicária e a imputação.
O uso na Bíblia do termo justificar indica uma declaração legal da parte de Deus, na qual Ele nos declara justos, nos justifica (Rm 3.20, 26, 28; 5.1; 8.30; 10.4, 10; Gl 3.24; Is 50.8). A idéia de que a justificação é uma declaração legal fica clara no contraste com a condenação (Rm 8.33,34). A justificação é um ato forense de imputação da justiça de Cristo ao crente e não uma infusão de santidade no indivíduo. Ou seja, não é o caso de tornar uma pessoa boa, mas declará-la justa. Justificação é um ato judicial de Deus que ocorre no tribunal divino e não na alma humana, como a regeneração. Na regeneração, Deus age em nós; na justificação Ele age por nós.

A JUSTIFICAÇÃO ENVOLVE DOIS ASPECTOS:
a) O perdão dos pecados – não temos mais que pagar pelos pecados cometidos. (Rm 8.1, 33, 34; 4.6-8; Jo 5.24; Lc 18.14). Entretanto, se Deus apenas nos perdoasse, ficaríamos em situação neutra diante dele.
b) A imputação da justiça de Cristo – Deus considera a justiça de Cristo como sendo nossa (Rm 4.3; 5.17,19). Na Bíblia, vemos três vezes a imputação de culpa ou justiça: 1. Quando Adão pecou, sua culpa foi imputada a nós; 2. Quando Cristo morreu, nossos pecados foram imputados a Ele; 3. Na justificação, a justiça de Cristo é imputada a nós. Não se trata de nossa justiça própria, a justiça de Jesus que gratuitamente é atribuída ao homem (Fp 3.9; 1 Co 1.30). A justificação é efetuada inteiramente pela graça de Deus e não pelos méritos humanos (Rm 3.20, 23, 24). Não é por causa de nossa bondade, mas unicamente pela bondade de Deus, revelada na obra de Cristo (Rm 5.17-19). A base da justificação encontra-se na obra mediadora de Cristo, pois Ele satisfez a justiça divina por seu sacrifício propiciatório, como representante do homem. A justificação não ocorre por causa de nenhuma boa obra humana. Se nossa justiça provém da obediência à Lei, Cristo morreu em vão (Gl 2.21). Não é por muitos anos de serviço na igreja, mas tão somente pela graça divina em nosso favor (Gl 3.24).

COMO ALCANÇAMOS A JUSTIFICAÇÃO?
Apropriamo-nos desta dádiva divina através da fé em Cristo (Gl 2.16; Rm 3.25, 26, 30; 5.1). A fé demonstra nossa dependência de Cristo no que tange à nossa salvação (Rm 4.16). No entanto, a fé não é o fundamento da justificação, mas apenas a mão estendida para aceitar o dom de Deus. A justificação envolve três partes, todas voluntárias: Jesus dispõe-se voluntariamente a morrer por nós e unir-se com o pecador; O pecador dispõe-se a aceitar esta salvação, unindo-se a Cristo; O Pai aceita isto de bom grado. Assim, tudo é completamente ético e legal.

A DOUTRINA DA SANTIFICAÇÃO:
A santificação: é mais uma das doutrinas da salvação, mas trata da salvação na sua continuação (é um processo contínuo). Que significa santificar?... Santificar significa (separar, apartar) Quer Dizer: Deus nos aparta do mundo e também aparta o mundo de nós (Deus nos ampara, nos protege).

TRATAREMOS DA SANTIFICAÇÃO EM TRÊS FASES:
Santificação Instantânea ou Posicional - Ocorre instantaneamente, quando nos convertemos. O crente foi separado por meio da sua posição. Neste sentido, todos os crentes são chamados de santos, sem levar em consideração suas conquistas espirituais. Somos o que somos espiritualmente falando, pela posição na qual Deus nos colocou: Posição de salvos/Posição de filhos/Posição de Justos/Posição de santos. (Ef 1:1) - Aos santos que estão em Éfeso.
Santificação Progressiva - No sentido posicional, ninguém é mais santo que os demais, mas no aspecto vivencial é bastante correto falar que determinada pessoa é mais santa ou mais espiritual que outra. Na santificação posicional, DEUS já separou para si mesmo todo aquele que crê em Cristo; agora, na santificação progressiva, é a vez do crente se separar para Deus, para ser usado por Ele.
A santificação progressiva continua por toda a vida. É um progresso contínuo. Todas as exortações bíblicas sobre crescimento espiritual são pertinentes a esta faceta progressiva e experimental da santificação.
(II Pe 3:18) - Antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
(Fp 2:12) - ...desenvolvei a vossa salvação, com temor e tremor;
(II Co 7:1) - Ora, irmãos purifiquem, aperfeiçoando a santificação
(Ef 4:12) - ...querendo o aperfeiçoamento dos santos.

O QUE É A IGREJA?
“A palavra “igreja” quer dizer: uma reunião de pessoas chamadas para fora”, ou seja, um grupo de pessoas que saíram de dentro do mundo (espiritual e não fisicamente), para seguirem a Cristo. Os que formam a Igreja são chamados, pela Bíblia, de crentes, irmãos, cristãos, santos, eleitos. Todos os crentes espalhados pelo mundo formam a Igreja. Ela não está restrita a uma área geográfica e nem a um único povo da Terra. É o seu lado invisível e universal. Embora a palavra “igreja” seja empregada, em primeiro lugar, para descrever a totalidade de crentes que vivem em todo mundo, você pode usá-la também para se referir aos cristãos de um determinado lugar, isto é, a “igreja local”. 

SÍMBOLOS DA IGREJA:
O primeiro símbolo é o corpo. Jesus não está mais presente entre os homens, de forma física, mas em cada pessoa que o recebe, em qualquer parte do mundo, Ele introduz a sua vida, para formar um corpo. Por Ter a vida em Cristo, a Igreja não é um simples ajuntamento de pessoas, uma associação ou clube. É um organismo, algo que tem existência tal como o corpo humano que é composto de muitos membros e órgãos que funcionam em prol de uma vida comum. Da mesma forma que o ser humano é um, mas, tem milhões de células vivas, assim também é a Igreja. Um só corpo, mas constituído por milhões de pessoas nascidas de novo, por intermédio do Evangelho de Jesus.
Possui também uma cabeça, o próprio Cristo. Ele é o chefe, o guia, o Principal e o Príncipe da Igreja. Leia (Ef 1.22,23 e Cl 1.18).
Outro símbolo é templo. Embora Deus habite em toda parte, Ele se localiza em  determinado lugar, para ser encontrado, adorado e louvado. Cada crente é um templo de Deus. Leia (1Co 3.16,17).
Por causa da união e comunhão que os crentes têm com Cristo, a Igreja é simbolizada na Bíblia pela figura de uma noiva. Em (2Co 11.2), Paulo diz que preparara os crentes de Corinto para os “apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo”. Em (Ef 5.25), o apóstolo declara que Cristo amou a Igreja, e a si mesmo se entregou por ela. A noiva e o noivo anseiam pelo dia em que viverão juntos para sempre. Leia (Ap 22.17). Outro símbolo da Igreja, o qual se pode destacar na Bíblia, é a família. Você, agora, é membro da família de Deus.
Porque você foi adotado por Deus leia (Jo 1.12 e 2 Co 6.18); Porque você deve obediência a Deus leia (Mt 12.50); Porque você tem uma herança leia (Rm 8.17);
Porque Deus aboliu todas as barreiras que o separavam da humanidade leia (Ef 2.19); Porque Jesus agora lhe chama “irmão” leia (Hb 2.11).

           AS DUAS ORDENANÇAS DA IGREJA.
Há duas cerimônias, ordenadas por Cristo, para que os crentes a pratiquem: o batismo em água, cerimônia de ingresso do novo crente na Igreja e simboliza o início de sua vida espiritual; e a Ceia do Senhor significa a continuação desta vida espiritual. Por isso, o crente deve participar dela, para manter sempre a comunhão com o Senhor Jesus.
a) A palavra “batismo” significa “afundar, submergir”, por isso deve ser feito por imersão, como Jesus e os apóstolos fizeram.
b) O batismo é um mandamento de Jesus, que precisa ser obedecido por todos aqueles que desejam segui-lo de verdade não é uma escolha (Mt 28.18-20), (Mc 16.15-16).
           c) O batismo é a nossa identificação pública com Jesus. Morremos para a velha vida assim como Jesus morreu na cruz e ressuscitamos assim como Ele ressuscitou dentre os mortos (Cl 2.12). A prática diária dessa verdade é alcançada através do poder do Espírito Santo quando nos dispomos a dizer “não” as coisas erradas e dizer “sim” ao que agrada a Deus (Rm 6.11-14). Uma nova força do Senhor vem sobre nós após o batismo. As tentações e as provações vêm, mas o Senhor nos fortalece pelo poder do Espírito Santo.
          d) ceia do senhor (1co 11.23-30). Na igreja em que você freqüenta, todo mês há o culto de Ceia. Não foi idéia de um homem, mas instituída por Jesus, na véspera da sua crucificação, para os crentes relembrarem a sua morte, através do pão e do vinho. O primeiro simboliza o seu corpo, o segundo, o seu sangue. Não somente para relembrar a sua morte vitoriosa, mas os crentes tomam a Ceia para anunciar a Cristo, até que Ele volte (v. 24). (v. 28) Para participar da Ceia, cada um deve examinar-se a si mesmo e remover qualquer impedimento. Esta é uma festa espiritual, na qual os crentes devem participar em atitude solene, meditativa e reverente. Não com aparência de santidade, mas como um pecador arrependido e um instrumento para ser usado no testemunho de Cristo aos homens perdidos. Procure se integrar a um grupo musical de sua igreja, para ajudar no louvor a Deus. Seja um aluno assíduo da Escola Dominical da sua igreja, para aprender bem a Palavra de Deus. Pense por alguns minutos, o que você não administra bem em sua vida, seu tempo, seus talentos, suas finanças, etc. Faça um propósito de colocá-los a serviço da Igreja.

 CONSEQÜÊNCIA DO BATISMO NAS ÁGUAS.
1 - Assumir um compromisso com Deus. Na cruz, Jesus fez um compromisso conosco. No batismo, selamos publicamente nosso compromisso com Ele. A partir daí dispomo-nos a amá-lo, servi-lo, obedecer a Ele, consagramo-nos a Ele em uma vida de santidade, fidelidade, sinceridade e obediência total (Mc 12.30);
2- Assumimos um compromisso com a Igreja local, nossa comunidade, que é parte do Corpo de Cristo nesta cidade. Deus nos coloca nela e ali assumimos certas responsabilidades e compromissos, como por exemplo:
a) Submetermo-nos aos presbíteros (pastores) e irmãos que nos ajudam e nos cobrem no Senhor. A obediência traz a bênção e a proteção de Deus sobre nossa vida (Hb 13.17; Rm 13.12). Esta obediência deve ser espontânea, de coração, por amor e para o crescimento na vida cristã;
b) Envolvermo-nos nas reuniões e atividades da igreja, sermos ativos e disponíveis, para que possamos crescer espiritualmente. Cada um faz sua parte para o crescimento da igreja (Ef 4.16);
c) Relacionarmo-nos com os irmãos, procurar amar, perdoar, ser fiel e amigo, não criticar, não contender nem criar barreiras no coração, mas aceitar e respeitar cada irmão (Ef 4.13);
d) Ajudarmos financeiramente a Igreja com nossos dízimos e ofertas. O dízimo é 10% de nossa renda e é destinada a manutenção da Igreja e auxílio aos necessitados (1Co 9.14; Ml 3.8-10). As ofertas são quantias extras dadas com liberdade e com fé e são destinadas às necessidades naturais da Igreja. Devem ser espontâneas, mas ambas são obrigações nossas (Ag 1.3-10);
e) Cooperarmos com o trabalho da Igreja, sujeitando-nos aos princípios e sistema de trabalho da mesma, não os contradizendo maldosamente (Fp 2.2,3);
A bênção, a proteção e a vida de Deus vêm sobre nós através do nosso compromisso com o Senhor e com a igreja (Sl 92.12-15). 

          A IMPORTANCIA DOS DIZIMOS E OFERTAS NA VIDA DO CRISTÃO
TEXTOS BASICOS: Provérbios – 3.9, Malaquias – 3.8-10.
Introdução
A palavra mordomia é empregada em vários sentidos: mordomia dos bens materiais, dos talentos, do tempo, etc. Esta lição focalizará a mordomia na sua relação com o dever e o privilégio do crente de contribuir, materialmente, para o sustento e a expansão do Reino de Deus no mundo. A palavra mordomia vem de mordomo que significa “o maior da casa”. Era o servo a quem o Senhor entregava tudo o que possuía para ser administrado. Nada lhe pertencia. Tudo era do seu Senhor (Gn 24.2).
A igreja deve ser sustentada pelos seus membros que são os mordomos de Deus. Eles a sustenta com; suas orações, sua presença, seu trabalho, seu dizimo e suas ofertas.
- Deduções básicas
a)- Deus e o Senhor de tudo. Confira os textos que trazem essa afirmação: (Dt 10.14; Sl 24:1; Ez 18.4; ICo 6.19; Rm.14. 7-8)  Tudo o que temos pertence a Deus.
b)- Nos somos apenas administradores. Confira: ( Mt 25. 14-15 e Lc 19.12-13).
c)- Teremos que prestar contas.  Veja Mt 25. 19; Lc 19.15).O resultado da prestação de contas será recompensa ou castigo dependendo da fidelidade da cada servo, ( Mt 25.30)
 - Os dízimos e as ofertas no velho testamento
A primeira referencia ao dizimo na Bíblia, acha-se em (Gn 14: 18-20). Foi um ato voluntario do coração de Abraão, primeiro dizimista. Jacó seu neto, mais tarde, fez um voto ao Senhor e incluiu nele o compromisso de entregar o dizimo (Gn 28.18-22).
Quando Deus deu a lei através de Moisés, a entregar do dizimo foi incluída entre as obrigações do povo de Deus. O que antes era costumes passou a ser lei (Dt 14.22). O Senhor, Através de Malaquias, censurou a infidelidade em relação a ordem de dar o dizimo (Ml 3.8-10). O dizimo era uma espécie de termômetro da vida espiritual do povo de Deus. No tempo em que o povo se mantinha fiel a Deus, dava o dizimo. Quando vinham períodos de pecados e desobediência, negligenciava no dizimo.
Além do dizimo Deus exigia, de seu povo, ofertas (Ex 23.15).Os israelitas receberam ordens para dedicar ao Senhor vários tipos de ofertas: pelo pecado,  pelo nascimento dos primogênitos (Pv 3.9).Fazendo ofertas, apresentando seus dizimo, o povo sentia melhor a presença de Deus e o fato de ser povo seu. Que meio melhor de evitar as tentações de egoísmo e desobediência? Era essa a finalidade dos dízimos e das ofertas.
           - Os dízimos e as ofertas no novo testamento
Jesus aprovou a doutrina do dizimo (Mt 23:23), embora não aparece no novo testamento como exigências legal pelo motivo logico de que vivemos, desde Cristo, sob a dispensação da Graça e não sob a lei. Encontramos no novo testamento, exemplos de servos de Deus que foram muito além do foi estabelecido: Zaqueu (Lc 19:8), a viúva pobre (Mc 12.42-44), a mulher pecadora (Mc 14. 3-5) Os crentes da igreja de Macedônia (IICr 8.2-3), os da igreja de Jerusalém (At  2.44 - 45). Jesus deu grande importância às ofertas (Mc 12. 41- 44). Algumas pessoas não dão ofertas porque são dizimistas, e cometem um grande erro.

- Princípios da mordomia Cristã em relação a financias.
1)- a contribuição cristã mínima deve ser o dizimo, Além do dizimo, também as ofertas voluntarias,  alçadas, as especificas e as de propósitos.
Ø  Dizimo – [Do lat. Decima, decima parte de uma importância ou quantia]. E entregue voluntariamente a obra de Deus, constituindo-se da decima parte da renda do adorador (Ml 3.10). O dizimo não tem caráter mercantilista. E um ato de amor e adoração que devotamos áquEle que tudo nos concede. De igual modo, é uma aliança prática entre Deus e o homem.
Ø  Oferta voluntaria – E dada em agradecimento por algo recebido.
Ø  Oferta alçadas – E aquelas que são colhidas, durante os cultos, para suprir a necessidade local.
Ø  Oferta especifica – E aquelas que são colhidas com uma finalidade única ex: ( construção, compra de bens para igreja, pintura do templo, manter missionário no campo etc.).
Ø  Oferta de proposito – E aquela em que o ofertante faz, mediante a conquista , compra, venda de algo seu, de passar certa quantia a casa do senhor etc..
Para maior compreensão sobre ofertas e sacrifícios do Antigo Testamento, leia. Levíticos 1.1-7.21.






Pr. Delvai Rodrigues








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